quinta-feira, 28 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Perolivense 0 - Atlético 2 (Resumo do Jogo)
Quase meio milhar de espectadores esteve presente no campo José Sereto a assistir a este dérbi, numa tarde fria em que o sol espreitou timidamente.
O jogo iniciou-se pautado pelo equilíbrio com os primeiros minutos do desafio a servirem para as equipas se estudarem mutuamente. O Atlético apresentou-se fiel ao seu sistema de jogo com uma única alteração no onze inicial, a entrada do avançado Rui Pereira para o lugar do lesionado Octávio. A equipa da casa apresentou-se organizada e combativa com o claro objetivo de jogar em ataques rápidos, tentando explorar as costas da defensiva reguenguense através de diagonais dos extremos Marvin e Cambim.
Neste dérbi apresentaram-se, claramente, duas filosofias distintas de estilo de jogo. De um lado uma equipa que privilegia a manutenção da posse de bola, o Atlético, e do outro uma equipa que procura transições rápidas quando recupera a bola. Foi nestes pressupostos que a primeira parte se desenrolou, com a exceção dos primeiros 15 minutos de equilíbrio. O Atlético foi começando a tomar conta do jogo dando velocidade ao encontro com rápidas trocas de bola e boas combinações pela ala direita do seu ataque. Ainda antes da meia hora de jogo e depois de um boa jogada do ataque Reguenguense, o avançado Rui Pereira foi carregado em falta dentro da área Perolivense. Penalty que o médio Jorge Balixa se encarregou de bater, permitindo uma excelente intervenção do guardião Rafael. Apesar do domínio territorial da equipa Reguenguense as equipas foram para o descanso com um empate a zero.
Se a primeira parte tinha sido de maior domínio do Atlético com a SUP apenas a incomodar em alguns livres perigosos, a segunda metade foi ainda de maior domínio para os forasteiros e para isso muito contribuiu o golo de Belarmino Tavares logo nos minutos iniciais do reatamento da partida. Aos 48 minutos no seguimento de um excelente trabalho e cruzamento de Rui Pereira do lado direito do ataque, ao segundo poste o médio Tavares surge nas costas do lateral Miguel Cebola a cabecear como mandam as regras, de cima para baixo, e consegue inaugurar o marcador.
Os jogadores do Perolivense acusaram um pouco o golo e a equipa do Atlético ganhou confiança e qualidade na circulação de bola, dispondo de duas claras ocasiões de golo que foram negadas com excelentes intervenções do guardião da casa. Aos 63 minutos o Atlético marcou o segundo golo por intermédio de Vasco Barros, no seguimento de mais uma assistência de Rui Pereira e, praticamente, sentenciou o encontro.
Até ao final da partida, os forasteiros geriram o encontro, tendo conseguido anular a reação dos homens da casa que já mais com a cabeça do que com discernimento tentavam chegar ao golo que lhes permitisse voltar a discutir o resultado.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Viana 2 - Calipolense 0 (Resumo do Jogo)
Na receção ao Calipolense em mais uma jornada do campeonato distrital divisão de elite, a equipa de Viana do Alentejo venceu por dois a zero, num jogo onde os golos apenas surgiram na parte final da partida.
Com a lição bem estudada, a equipa de Vila Viçosa viu o azar bater-lhe à porta logo no aquecimento quando o seu guarda-redes partiu um dedo, obrigando Américo a ocupar o lugar. Este contratempo ainda veio dar mais força à forma de atuar, com a equipa bem fechada e explorando rapidamente o contra ataque, onde Parraça era uma referência. O Viana tentava contrariar isso, com circulação da bola mas sem criar claras ocasiões de golo. Apenas em lances de bola parada, criou algum frisson. Djerman obrigou Américo a aplicar-se num livre e noutro lance, Nhuka introduz a bola na baliza, mas prontamente foi marcado fora de jogo. Foi apenas aos setenta e seis minutos que a teia calipolense foi desmontada, quando Bragança aproveita uma bola na área e finaliza para o primeiro golo. Antes, a equipa visitante podia ter marcado, quando na única ocasião de golo que dispôs, um jogador cabeceia às malhas laterais da baliza de Manel. Obrigada a ter que reagir, os visitantes abriram mais espaços e Nhuka pouco depois num dos seus movimentos habituais, marcava o segundo arrumando o jogo. Até final, Vitor Pires isolado podia ter marcado, atirando ao lado e na derradeira ocasião, Bragança sozinho, cabeceia ao lado.
Uma vitória arrancada a ferros pelos homens da casa, que premeia o acreditar da equipa que nunca desistiu frente a um adversário que quase levou para casa o seu objetivo.
Juventude 2 - Oriolense 1 (resumo do Jogo)
O Juventude recebeu e levou de vencido o encontro que opunha a equipa de Évora e a equipa de Oriola, a equipa da casa que começou por estar a perder o jogo deu a volta ao marcador e derrotou os Oriolenses por 2-1.
O encontro começou com o Juventude a sentir dificuldades em explanar o seu jogo , com futebol apoiado.
O relvado do Sanches de Miranda em mau estado em nada ajudava, e a equipa dos Oriolenses com muitos atletas oriundos da formação do Juventude tinha a lição bem estudada. Cortar as linhas de passe e lançamentos rápidos nas costas da defensiva eborense eram os lances mais usuais para os visitantes. Com uma primeira parte fraca a equipa de Miguel Ângelo acabou por ser castigada aos 44 minutos num golo apontado pelo "irrequieto" Antony.
Com o resultado em 0-1 chegou o descanso.
O intervalo fez bem ao Juventude que entrou transfigurado para melhor, aos 48 minutos, Xande de cabeça igualou a partida depois de um bom cruzamento para a área adversária.
Os eborenses aumentaram a intensidade de jogo e foram a procura dos três pontos. Pelo meio Miguel Ângelo acabou por ser expulso após uma chamada do árbitro auxiliar ao seu chefe de equipa. Os jogadores do Juventude não perderam a concentração e aos 74 minutos, Jacinto "á boca" da baliza fez o 2-1.
A equipa dos Oriolenses não baixou os braços e aos 80 minutos Nuno Laurentino fez a defesa da tarde negando a igualdade ao adversário.
O encontro começou com o Juventude a sentir dificuldades em explanar o seu jogo , com futebol apoiado.
O relvado do Sanches de Miranda em mau estado em nada ajudava, e a equipa dos Oriolenses com muitos atletas oriundos da formação do Juventude tinha a lição bem estudada. Cortar as linhas de passe e lançamentos rápidos nas costas da defensiva eborense eram os lances mais usuais para os visitantes. Com uma primeira parte fraca a equipa de Miguel Ângelo acabou por ser castigada aos 44 minutos num golo apontado pelo "irrequieto" Antony.
Com o resultado em 0-1 chegou o descanso.
O intervalo fez bem ao Juventude que entrou transfigurado para melhor, aos 48 minutos, Xande de cabeça igualou a partida depois de um bom cruzamento para a área adversária.
Os eborenses aumentaram a intensidade de jogo e foram a procura dos três pontos. Pelo meio Miguel Ângelo acabou por ser expulso após uma chamada do árbitro auxiliar ao seu chefe de equipa. Os jogadores do Juventude não perderam a concentração e aos 74 minutos, Jacinto "á boca" da baliza fez o 2-1.
A equipa dos Oriolenses não baixou os braços e aos 80 minutos Nuno Laurentino fez a defesa da tarde negando a igualdade ao adversário.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
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